segunda-feira, 4 de abril de 2011

O perigoso Drakus, o cientista e seu sobrinho (boiola)

Foi a ultima estória que inventamos - tinha ele seus sete, oito anos - Talvez , entre as poucas coisas que eu tenha feito direito...inventar estórias em conjunto. Nada politicamente corretas, iam saindo das venetas, minhas e dele.
Lembro que no ultimo fim de semana que passamos , ele insistiu que repetisse várias vezes a mesma , como se soubesse, no fundo, no fundo, não ia mais poder me ver: Conflitos entre eu e sua mãe. Falta de habilidade minha e maturidade, pq filho nessa idade tem que decidir nada não...O Pai devia bater o pé...fui fraco, a mãe dele sempre forte .
Não serve de consolo mas, outro dia, lendo, alguém afirmou - Melhor ter mãe forte ... q pai (Homens costumam ser ditatoriais)
Então escreveu-se certo por linhas tortas, não sei, duvido ?
Sei que me lembro das estórias até hj, do ultimo escorrega na serra da cantareira, lembro de que devia ter arrumado por onde levá-lo a passear de helicóptero, avião, o que fosse...mas fui imaturo. Fugir de conflitos só os piora, pois fugi .
Talvez esse vire um blog de estórias do perigoso Drakus, o cientista maluco e seu sobrinho... talvez pare por aqui.

Seja como for, nunca te esqueci, sei q não me deve nada - sequer atenção - eu a vc sim...

Mas quem sabe ao cientista, ou msm ao Drakus...

Seja bem vindo,
a casa é sua.

abs
Antonio Carlos Gomes Pinto

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